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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Diagnóstico Pulsátil

Em Biossíntese olhamos para a história evolutiva do corpo, compreendendo o significado das suas camadas germinativas e o seu desenvolvimento, da concepção em diante, em termos da morfologia dinâmica da pessoa que pede ajuda terapeutica. Analisamos e procuramos comprender esta pessoa, do seu processo formativo às estruturas corporais; da história da vida intra-uterina à morfologia dinâmica do corpo.

1. Morfologia Dinâmica

As três camadas embrionárias (endoderma, mesoderma e ectoderma) se diferenciam e formam, respectivamente, as três regiões principais do corpo: abdômen, coluna e cabeça.

Os órgãos internos do tronco, pulmões e órgãos abdominais podem ser considerados o principal reservatório de energia da endoderma.

O centro organizacional dos principais músculos e da estrutura óssea do esqueleto é a coluna, com suas extensões nos braços, pernas e cabeça. A coluna e estes membros são os principais órgãos executivos da mesoderma.


Os principais órgãos ectodérmicos com exceção da pele estão concentrados na cabeça: olhos, ouvidos, nariz, língua, cérebro.

1.1 As camadas germinativas do embrião

No centro do corpo há o tubo gastrointestinal, formado a partir da endoderma. Embriologicamente, os
pulmões são derivação germinativa desse tubo. As funções respiratórias e de sentimento podem ser
consideradas como as atividades mais centrais e internalizadas do corpo. É por meio desses sistemas
de órgãos que o corpo gera energia para manter-se vivo. Em terapia se quisermos que uma pessoa se
torne mais "centrada", nós lhe pedimos que se deite e se conscientize da sua respiração e dos
movimentos peristálticos de suas vísceras.

A segunda camada germinativa do corpo é formada à partir da mesoderma. O sistema cardiovascular e
os sistemas esqueleto-muscular são derivados dessa camada. Ela é responsável pelos níveis de pressão dos fluidos no corpo, e pelo grau de tensão e relaxamento muscular. O coração bombeia sangue através do corpo para carregá-lo de energia disponível para a ação. Os músculos, durante quaisquer movimentos desempenhados pelo corpo, como andar ou correr, descarregam essas ações e a ação rítmica desses músculos desempenha o papel de bomba venosa para auxiliar o sangue a retornar ao coração. As posições de "stress" bio-energéticas agem inicialmente sobre esta camada, tonificando músculos flácidos, relaxando os tensos, e melhorando o fluxo circulatório através do corpo, em um processo chamado "grounding".

A terceira camada germinativa é formada à partir da ectoderma. Ela constitui o tubo mais externo, isto é: a pele e com ela os órgãos sensoriais, mais a totalidade do sistema nervoso, centralizado no cérebro.
Ele governa o sistema perceptivo, o fluxo de informação que entra e sai do corpo. O trabalho terapêutico que encoraja a conscientização sensorial, contato de olhos, e as maneiras de encontramo-nos uns aos outros é chamado por Boadella de "facing". Segundo Keleman houve um salto qualitativo quando ficamos eretos e enfrentamos o mundo com nossa parte macia do corpo; ficamos mais sensíveis e discriminados. A posição face a face no ato de amor expressa esta oportunidade ampliada de maximização do contato.

Embora no corpo já formado e completo, as camadas embrionárias estejam arranjadas nesta seqüência, as camadas não se desenvolvem nessa ordem. A ectoderma e a endoderma se formam como os dois lados do disco embrionário, e a ectoderma começa a se desenvolver antes com o desdobramento da parte de trás, a qual forma no início, o canal neural. Podemos justificadamente considerar os sistemas ectodérmicos como os mais primitivos na ordem de importância durante o desenvolvimento. Os tecidos da mesoderma são os últimos a se formarem na seqüência.

Poderíamos dizer que a camada endodérmica corresponde ao projeto da vida, a camada ectodérmica ao projeto espiritual da pessoa e que a camada mesodérmica é a estrutura, os tijolos para que estes projetos se realizem nesta vida.

2. Impedimentos do fluxo energético e suas consequências no encouraçamento dos grandes reservatórios

Segundo Boadella, se concordássemos com Freud diríamos que a origem da neurose se dá no período oedípico, com Melanie Klein procuraríamos pela sua origem no primeiro ano de vida da criança ou com Frank Lake(1988) e Francis Mott procuraríamos pela sua origem na vida intra-uterina. Mas o que realmente nos interessa aqui é que em algum momento da evolução do ser humano existe uma quebra da unidade do organismo, Esta perda da unidade afeta a integração funcional das três camadas germinativas do corpo.

2.1 Reservatórios, fluxos e pontes. Formação dos Cortes

Boadella faz a distinção de três tipos de reservatórios energéticos: o reservatório abdominal-pélvico, o reservatório muscular e o reservatório cerebral.

1- Reservatório abdominal-pélvico
Este reservatório inclui a barriga, as nádegas e os órgãos de descarga genitais. A intensidade da descarga genital depende de quanta energia pode ser acumulada neste reservatório. Como exemplo de distúrbio neste reservatório podemos citar colite ulcerativa crônica e colite espástica crônica. Gerda Boyesen (Boyesen, M.L. 1974) no seu trabalho com a psicoperistalse lidou muito com este reservatório, descrevendo-o como sistema aberto ou fechado. Segundo esta autora as vísceras podem absorver e armazenar tensão nervosa.

2- Reservatório muscular
Este reservatório inclui músculos e tecidos, pressão osmótica dos fluidos do corpo nos tecidos musculares nos processos hipertônicos e hipotônicos. Os músculos podem se tornar tensos quando estão conscientemente segurando o impulso, e a pessoa neste caso sente a tensão nos músculos.

3 - Reservatório cerebral
O cérebro e a cabeça contém impulsos poderosos, examinando e avaliando a descarga muscular. Segundo Rossi (1993), um dos sucessores de Milton Erikson, na vida do dia a dia o cérebro transduz informação que experienciamos em forma de palavras, imagens e emoções em impulsos neurais no córtex cerebral. Alguns desses impulsos neurais são então transduzidos em hormônios no sistema límbico-hipotalâmico-pituário, à base do cérebro, que opera como um elo de comunicação mente-corpo. Esses hormônios atuam então como "mensageiros moleculares" que atravessam a corrente sangüínea, onde podem captar "receptores" em todas as células do corpo. Este sistema mensageiro-receptor de moléculas (chamado tradicionalmente de sistema "neuro-endocrinológico" nos manuais de medicina) é o que atualmente se reconhece como elo de comunicação que carreia e transporta informação entre os indicadores ambientais, nosso cérebro e nosso corpo, até o nível celular.

2.2 Os grandes bloqueadores: nuca, garganta e diafragma

A nuca, a garganta e o diafragma são três reservatórios de energia entre os quais pode haver uma maior conjunção (pontes) ou disjunção (bloqueios).



A cabeça está ligada à coluna pela base do pescoço. Se o pescoço está tenso o fluxo de conexão entre a ectoderma e a mesoderma fica interrompido. Há aí uma dissociação entre o pensamento e a ação. Se uma quantidade maior de energia fica retida em cima do bloqueio do pescoço, há uma tendência de maior identificação com o pensamento em detrimento da ação. Num caso extremo, isso ocasionaria um padrão de comportamento compulsivo ou obsessivo. A pessoa obsessiva gasta um tempo enorme planejando ações, mas a energia que a faria mover-se está presa na cabeça. O relaxamento das
tensões do pescoço normalmente permite que a atividade flua pela coluna na forma de movimentos expressivos. Muitas dores de cabeça são geradas por tensões no pescoço e podem ser aliviadas quando a energia é redistribuída.

Se a energia é retida abaixo do bloqueio do pescoço, pode haver uma hiper-atividade sem um planejamento prévio das ações, um típico padrão de movimento impulsivo. O corpo pode ser sobrecarregado enquanto a cabeça recebe uma carga insuficiente de energia. A pessoa não pensa. O relaxamento da tensão do pescoço permite que a energia flua do corpo para o rosto, olhos, voz e
cérebro, ocasionando uma maior reflexão e conseqüente comunicação.

A junção entre a cabeça e o abdômen está na garganta. Aqui, a região ectodérmica da cabeça se une à região endodérmica do abdomen. O pensamento e o sentimento se integram através da função expressiva da voz: linguagem exploratória fluente, diferente da linguagem explicativa, nivelada e mecânica.

Quando uma criança aprende a engolir seus sentimentos, a garganta bloqueia as ações para manter os sentimentos presos. A energia emocional fica presa no tronco e não tem válvula de escape para o rosto.
Uma pessoa assim sente a pressão das emoções fortes, mas também sente que irá se desprestigiar se mostrar essas emoções. O rosto se mantém impassível, sem expressão, contrastando com a pressão
emocional interna. O caso oposto ocorre quando muita emoção é expressa através do rosto, mas pouco contato é mantido com o centro do corpo. É como se a emoção fosse vomitada para aliviar a pressão interna.

O padrão de comportamento de engolir emoções e não permitir que elas se expressem no rosto é tipicamente masoquista. O padrão de bombear a energia para a voz e o rosto é tipicamente histérico.
Mas uma pessoa num estado de histeria pode preferir gritar ao invés de expressar seus sentimentos através da linguagem, com seu nível superior de percepção do ego. Assim, o trabalho de dissolver o bloqueio da garganta pode ajudar a pessoa que engole seus sentimentos a deixá-los subir como uma catarse; e, no caso da pessoa que é "hiper-catártica", ajudar a evidenciar as funções integradoras da linguagem.

A terceira junção primária do corpo é aquela existente entre a coluna e o abdômen, entre o eixo mesodérmico da coluna e a energia endodérmica do tronco. A ponte é o diafragma, que é a principal bomba respiratória do corpo. Quando o diafragma está livre ele tem a função de ser o principal regulador da respiração e, também, faz uma massagem efetiva nos órgãos internos. O diafragma está ancorado na coluna através da vértebra lombar superior. Um diafragma tenso age como uma corda atada a espinha e assim a espinha sente que está sendo puxada. Isso quebra a integração entre a respiração e o movimento. Para o bebê chutar é respirar e respirar é chutar.

Mais uma vez existem dois padrões de ruptura. Em um deles a pessoa se move mecanicamente com pouca emoção e com pouca mudança visível na respiração. No padrão oposto, a pessoa aumenta o ritmo de sua respiração, normalmente num estado de ansiedade, mas não acha uma forma de traduzir a energia, mobilizada pela respiração, em movimento. A respiração é hiper-ativa e o sistema muscular é
pouco ativo. Isso muitas vezes acontece com uma oxidação excessiva do sangue.

As três pontes são a nuca, a garganta e o diafragma. O diafragma pode ser considerado como a parte debaixo do pescoço, embriologicamente ele se origina ali e cresce para baixo durante o desenvolvimento fetal. O nervo frênico que controla o diafragma passa pela 3ª e 4ª vértebra cervical. O relaxamento do pescoço e a mobilização dos tecidos dessa região são normalmente seguidos de relaxamento do diafragma.

Se a energia ficar estagnada nesses reservatórios, sofrer estase e se recusar a ser descarregada encontraremos três tipos de couraça: couraça cerebral, couraça muscular e couraça visceral.

2.3 Couraça Cerebral, Couraça Muscular e Couraça Visceral

Na biossíntese reconhecemos três formas de encouraçamento:

a) Couraça visceral
Quebra ou disfunção na peristalsis ou na respiração. Tendência à hiperventilação
ou hipoventilação e a um sistema fechado no abdômen (síndrome de vísceras irritadas). Formas extremadas, disposição à asma ou colite.

b) Couraça Muscular ou Encouraçamento dos Tecidos
O tônus muscular pode sofrer distúrbio em duas direções: hipotonia (fraqueza, falta de carga energética) ou hipertonia (aperto, carga em excesso).
Em casos extremos vemos tendências a dores reumáticas ou doenças cardiovasculares (hipertensão, tensão cardíaca). Segundo Lowen (1977) só existe este tipo de couraça nos caráteres rígidos, ou em estruturas de caráter que incluem como parte do seu mecanismo neurótico uma habilidade de diminuir a
sensibilidade à dor. Isto exclui todas as estruturas pré-genitais.

c) Couraça Cerebral
Pode se manifestar na forma de distúrbios dos ritmos cérebro-espinhais, ou de distúrbios dos processos de carga bio-elétrica no cérebro (corrente trancefálica), ou do fluxo dos hormônios do cérebro. Pode ser vista como distúrbios da visão e do contato ocular. A tendência ao pensamento obsessivo ou ao pensamento esquizofrênico desordenado seriam expressões sérias de couraça cerebral. E, mais especificamente as couraças:

- Couraça ectodérmica cerebral
O esquizóide com sua ênfase no pensamento tende a desenvolver uma
couraça ectodérmica cerebral.

- Couraça ectodérmica cutânea
O histérico cuja fome de toque é grande, tende a se desenvolver uma
couraça ectodérmica cutânea: "toque minha pele e prove-me de que estou vivo".

3) Embriologia e Sistema Nervoso

Apesar do sistema nervoso ter a sua origem na ectoderma, o ser humano tem três sistemas nervosos principais, cada um dos três sistemas parecendo ter uma relação funcional com as camadas embriônicas, e a inteiração destes sistemas pode ser usada como base para a discriminação caracterológica.

1- Sistema Vegetativo
Regula o fluxo da vida emocional. Se divide em simpático (desgaste da energia)
e parassimpático (recuperação da energia).

Uma pessoa sob a influência do simpático tem tendência a se sobrecarregar (over-charge), ser explosivo e impulsivo. De outro modo, uma pessoa sob a influência do parassimpático terá relutância a construir a carga e, defrontada com uma crise, terá tendência à fraqueza, passividade, retirada do conflito e à formas mais extremas à depressão.

2 - Sistema Sub-cortical ou Extra-piramidal
Regula a postura. Quando o tônus muscular é hipertenso, o corpo é levado à ação e é rigidamente defendido contra o colapso. A pessoa está identificada com a ação e o mundo material. Alternativamente quando o tônus muscular é hipotônico, o corpo se sentirá vagaroso e mostrará tendência a enfraquecer ou colapsar. A falta de confiança no "ground" pode levar à tendência à uma vida imaginativa super-desenvolvida, acoplada a um sentido enfraquecido da realidade externa.

3 - Sistema Sensorial Cortical
Regula a formação de limites. A pessoa com limites fracos (under-bound) terá dificuldade de impedir, discriminar o estímulo sensorial que entra. Ele ou ela será facilmente invadida com informação (visão, som, sentimentos dos outros, influências psíquicas). Terá uma tendência a focalizar de menos. A pessoa com excessos de limites (over-bound) não deixará que uma impressão não desejada chegue à ela e desenvolverá uma forma de vida obsessiva e focalizada em excesso.

Segundo a Biossíntese, podemos classificar os diferentes caráteres a nível da combinação do
desequilíbrio e equilíbrio entre esses três sistemas vistos acima.



Joyce McDougall também fala em histeria arcaica, falando do conflito do direito de existir, mais do que sobre o direito as satisfações libidinais normais da vida adulta. Aqui as ansiedades estão ligadas ao temor de perder sua identidade subjetiva ou até a vida.

Bibliografia

Boadella, D., Dynamic Morphology, in Embriology and Therapy, Collected papers from Energy and
Character. Abbotsbury Publications, Dorset, November, 1984.

Boadella, D., Correntes da Vida: Uma introdução à Biossíntese, Editora Summus, São Paulo, 1992.

Boyesen, M.L., Psycho-Peristalsis: The abdominal Release of Nervous Tension, Energy and Character,
Vol. 5, No 1, 1974.

Keleman, S., The Human Ground - Sexuality, Self and Survival. Center Press, Berkeley, 1975.

Lake, F., Clinical Theology. London, Darton. Longman and Todd Ltd, London 1988.

Lowen, A., O Corpo em Terapia. Editora Summus, São Paulo, 1977.

McDougall, J., Teatros do Corpo - O Psicossoma em Psicanálise, Ed. Martins Fontes, Julho, 1991.

Rossi, E. L., The psychobiology of mind-body healing - New concepts of therapeutic hypnosis. Springer
Verlag, 1993 .



Esther Frankel

fonte: http://www.biossintese.psc.br/DiagnosticoPulsatil.htm
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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

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