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segunda-feira, 27 de junho de 2016

GASTROENTEROCOLITE: A DUPLA DOR DE QUEM PERDE UM ENTE QUERIDO: perda e dúvidas

A mãe leva o filho de um ano e oito meses ao hospital. Seu quadro piora e ele morre.

Verifica-se a presença de hematomas e a mãe, como é óbvio, desconfia que a causa da morte seja a queda do menor.
Ajuizou ação, pleiteando indenização por danos materiais e morais, mas a perícia - que presumo não ter pago, tendo em vista a gratuidade processual - confirmou a causa mortis apontada pelo atestado de óbito: os hematomas presentes na face do menor são secundários ao...

LESÃO CORPORAL: O ESPECTRO EQUIMÓTICO DE LEGRAND SU SAULLE NÃO CONSTITUI DEMONSTRAÇÃO IRREFUTÁVEL

APELAÇÃO CRIMINAL LESÃO CORPORAL Pleito de absolvição Alegação de ausência de prova da materialidade em razão de eivas no auto de exame de corpo de delito Inocorrência Perícia despida de qualquer nódoa Equívoco na referência à data dos fatos que constitui mero erro material Dia dos fatos inequívoco nos autos Alegação de que as equimoses deveriam apresentar cor azulada, de acordo com o tempo decorrido Insubsistência “Espectro equimótico de Legrand du Saulle” que não constitui demonstração...

CONCEITOS E DEFINIÇÕES: NASCIMENTO, VIDA, COEFICIENTES, ABORTO, MORTE FETAL

Nascimento

  • É a completa expulsão ou extração, do organismo materno, de um feto, independentemente do fato de o cordão ter sido cortado ou de a placenta estar inserida.

  • Fetos pesando menos de 500g não são viáveis e, portanto, não são considerados como nascimento para fins de estatísticas perinatais.
  • Na ausência de peso de nascimento, a idade gestacional de 20 a 22 semanas completas é considerada equivalente a 500g.
  • Quando não se sabe nem o peso nem a idade gestacional, o comprimento de...

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

ITANHAÉM, MEU PARAÍSO
Você é especial, essencial, essência. Jamais desista de você.

Quem sou eu

Minha foto

Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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